Região precisa ampliar representação estadual e de melhores lideranças em Brasília
- Jarbas Vieira

- 17 de ago. de 2022
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O eleitor da Amesc tem dois desafios importantes para este pleito. O primeiro é ampliar a representação dos 15 municípios na Assembleia Legislativa. Há votos suficientes para isso. Se com um deputado, Zé Milton (PP), foram registrados avanços importantes em demandas históricas do extremo-sul, com dois ou mais parlamentares, as possibilidades de investimentos, que recuperem o atraso por anos de esquecimento, são ainda maiores. Por isso, é primordial que o eleitor foque em candidatos daqui.
Já o segundo desafio é maior: alcançar, ou, pelo menos melhorar a representação da microrregião em Brasília. Os atuais parlamentares, eleitos pelo Sul, demonstraram pouco compromisso com os municípios daqui. Alguns podem discordar, mas tirando as emendas, divididas entre quase uma centena de cidades, os federais e a federal do Sul performaram pouco no Vale, tanto que a única obra federal aqui, a pavimentação da Serra da Rocinha entrou no seu sexto ano, sem conclusão, e ainda precisou de socorro de R$ 15 milhões do Governo do Estado, para não parar. Faltou atenção e pulso para cobrar a sua conclusão. Fora isso, nada de novo foi trazido pelo trio para a região.
Se for só para distribuir emenda parlamentar, melhor que seja eleito um político daqui, pelo menos as fatias da Amesc serão maiores. E há candidatos do extremo-sul pedindo passagem por uma oportunidade na Câmara Federal. Se não for possível, torçamos para que haja pelo menos uma renovação, e que venham representantes com mais vontade e habilidade política.


















