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  • Foto do escritorJarbas Vieira

Crise entre IMAS e Governo pode atrapalhar aberturas de leitos de UTI no Dom Joaquim



O sinal de alerta está ligado em Sombrio, desde que as rusgas no relacionamento entre o Instituto Maria Schmitt (IMAS) e a Secretaria de Estado da Saúde tornaram-se públicas. O imbróglio, se levado adiante, pode atrapalhar a abertura dos dez leitos de UTI-Covid no Hospital Dom Joaquim.


Pela imprensa, a secretaria de Saúde manifestou insatisfação com Organizações Sociais que prestam serviços aos catarinenses. Atualmente, o IMAS administra os Hospitais Florianópolis e Regional de Araranguá, ambos do Estado. O Instituto não gostou da postura e passou a cobrar pelo que alega ser "gasto extra" na abertura e manutenção de UTI's Covid nos referidos hospitais. O Estado, por sua vez, alega não dever nada as OS's. Notas de esclarecimento para cá e para lá reforçam que a relação está estremecida e já há comentários de que, enquanto o assunto não for resolvido, os leitos do Dom Joaquim não será ativados. De fato, a previsão inicial é de que a inauguração ocorresse até o dia 15, o que não acontecerá.


O IMAS tratou do assunto ontem na reunião dos prefeitos da Amesc, com foco na questão do Hospital Regional. Hoje, como forma de protesto, os funcionários de todas as unidades administradas pelo Instituto farão um "abraço simbólico" nas Casas de Saúde. Como a pandemia arrefeceu, e não há pacientes em espera por leitos de UTI, o hospital de Sombrio, que pertence ao Instituto, deve ficar ainda mais tempo sem oferecer o serviço de Terapia Intensiva. A verificar como ficam os investimentos públicos da prefeitura e do Governo do Estado feitos até então...


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