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  • Foto do escritorJarbas Vieira

Boeira pretende rever incentivos fiscais e duodécimo pra investir em Saúde e infraestrutura



Antes de iniciar sua agenda em Sombrio, que tinha um encontro com lideranças do PDT no Restaurante Japonês, o candidato a governador, Jorge Boeira, concedeu uma entrevista de 20 minutos ao site. Boeira mostrou estar leve, apesar da disputa com outros nove candidatos. Sabe que neste momento não é favorito para chegar no segundo turno, mas acredita que seu histórico de vida e suas propostas possam criar a conexão necessária com o eleitor catarinense ao final da campanha.


Com números em mente, o pedetista diz que o Governo precisa ter mais recursos a disposição para o enfrentamento dos problemas que assolam os catarinenses. Especialmente o da saúde, aonde avalia ter faltado gestão e planejamento do atual mandatário, Carlos Moisés, e também na infraestrutura. Para levantar estes recursos, o candidato não pensa em novos impostos, e sim em rediscutir a política de incentivos fiscais e também o duodécimo, que são os repasses constitucionais para os demais poderes: Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas.


Boeira diz não ser contra a política de incentivos, mas que é preciso ter critérios que seriam avaliados, anualmente, pelo Tribunal de Contas, como a geração de empregos. "Cerca de 80% dos empregos são gerados pelas micro e pequenas empresas que não recebem esse incentivo. O incentivo tem que gerar retorno a sociedade e não pode passar a compor como lucro da empresa", avalia.


Sobre a transferência de recursos para os demais Poderes, Boeira sabe que se trata de um tema complexo e que precisará da anuência da Assembleia Legislativa. Com economia nessas duas pontas, avaliada em 15 bilhões, o candidato diz que haveria recursos necessários para revitalizar a malha rodoviária do Estado e investir mais na saúde. Esses investimentos gerariam crescimento e um círculo virtuoso com aumento da arrecadação.


Sobre a campanha, Boeira acredita que o número maior de candidatos abre mais possibilidades para sua chegada ao segundo turno. Pretende trabalhar muito no Sul, mas tem visitado outras regiões, como a Oeste, aonde percebeu maior abandono do governo. Ele afirma ser o único candidato que não vive do serviço público e que quando esteve deputado federal se preocupou em zelar pelo recurso do contribuinte. "Nunca usei recursos como auxílio combustível, por exemplo. Utilizava o meu carro para os deslocamentos e como não tinha como mensurar o que seria a serviço do cargo e de uso pessoal optei por pagar. Assim foram também comas demais verbas. Não sou político de carreira, sou um empresário, que vim de família humilde, minha mãe fazia e vendia salgados, e que tive na educação a oportunidade de mudar de vida. Como deputado exauri as possibilidades de melhorar a vida das pessoas, como fizemos trazendo e ampliando o ensino federal na região. Por isso estou disputando o cargo de governador, porque quero fazer mais em todos os setores. Quero ser o governador do Sul, mas que atenderá a todos os catarinenses", finaliza.


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