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  • Foto do escritorJarbas Vieira

Bananicultores do Sul estimam prejuízo de R$ 87 milhões com ciclone e chuvas


A criação de um programa operacionalizado pela Fecoagro, semelhante aos Kits “Solo Saudável”, a criação de uma linha especifica para os agricultores enquadrados no Pronaf e Pronamp e a criação de um seguro para a Banana, similar ao do arroz, foram algumas das propostas apresentadas na reunião do presidente da Comissão de Agricultura, deputado Zé Milton, e o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto, com técnicos da Epagri, Cidasc, prefeitos e Associações de Bananicultores para levantar os dados e debater propostas para auxiliar o setor que foi prejudicado pelo “ciclone bomba” e as fortes chuvas que atingiram o Estado.

Na reunião da última sexta-feira foi apresentado um relatório de prejuízos com a bananicultura na região. De acordo com levantamento realizado pela Epagri, foram mais de duas mil propriedades que registraram perdas de produção da banana, estimadas em 112.5 mil toneladas de fruta, numa área de 6,4 mil hectares. Segundo a EPAGRI os valores brutos de perdas de produção são superiores a R$ 70 milhões na região. Os técnicos apontaram que além das lavouras com prejuízos na produção, registra-se que 1,5 mil hectares foram totalmente destruídos e será necessário o replantio, resultando num prejuízo estimado de R$ 16,8 milhões. O que resultará na cultura da banana, no Sul catarinense um prejuízo superior a R$ 87 milhões.


“Tivemos essa conversa para ter dados mais detalhados e, com isto, formatar projetos e propostas de programas públicos que possibilitem aos agricultores recomeçarem suas atividades”, informou Zé Milton ao comentar que uma das propostas é a de que parte do valor repassado para a ALESC, dos quais 5 milhões serão destinados a agricultura, sejam aplicados no FDR-Fundo de Desenvolvimento Rural com o intuito de atender o pequeno produtor rural.


O secretário de adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto, salientou alguns programas de financiamento com juros mais baixos e financiados, bem como a união do Estado, Associações, Prefeitura e Alesc na formatação de um programa em parceria. “Nós devemos somar esforços entre todos e assegurar programas, via Prefeitura, Estado e as próprias associações para obtermos insumos e ações para a retomada das atividades. Principalmente nas propriedades que foram mais afetadas”, comentou Miotto.


Agora as lideranças irão formatar um projeto a ser apresentado ao Governo do Estado.

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