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Agenda estratégica é apresentada na Câmara Nacional Setorial do Arroz


Um documento será entregue, na próxima semana, para a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, com as reivindicações do setor orizícula. Este foi um dos encaminhamentos da reunião da Câmara Nacional Setorial do Arroz, em Brasília, no dia 21, em Brasília. Ações para o aumento da exportação do arroz e a redução do custo Brasil estão entre as reivindicações. No encontro que contou com a participação dos representantes catarinenses, da FAESC, o coordenador da Câmara Setorial do Arroz/SC deputado Zé Milton, da Brasil Rice, Vanir Zanatta, da SindArroz, Silvério Orzechowski e da OCB, Dionísio Bressan, também foi apresentada a agenda estratégica para o arroz, período 2020/2025, que tem como objetivo alcançar sustentabilidade econômico-financeira da atividade orizícola, com ganho de competitividade, renda e qualidade.

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O arroz tem sido um importante item da pauta da exportação catarinense, que embarcou mais de 83 mil toneladas no ano passado, incrementando aproximadamente mais US$ 24,7 milhões de dólares no setor que gera em Santa Catarina um Valor Bruto de Produção (VBP) próximo a R$ 900 milhões. “Já somos auto-suficientes na produção do arroz, precisamos agora manter essa auto-suficiência e tornar o Brasil uma plataforma exportadora de arroz, para dar garantia de renda e sustentabilidade para toda a cadeia produtiva”, defendeu o parlamentar. O Brasil é o maior produtor de arroz fora do continente asiático. Aliado à alta capacidade produtiva do país, o cereal é reconhecido internacionalmente pela sua qualidade, estando presente em mais de 70 países. Atualmente o setor gera um valor bruto de Produção (VBP) próximo a R$ 9 bilhões, com seus mais de 40 mil produtores, que geram mais de 350 mil empregos diretos e indiretos nos 500 municípios em que estão presentes.


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