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  • Jarbas Vieira

A liderança do vereador Marcello Areão na luta pelas escolas estaduais


Desde que ingressou na Câmara Municipal em 2013, o vereador Marcello Areão (PT), tem sido uma liderança na busca por reformas e melhorias nas estruturas físicas das escolas estaduais em Sombrio. Ele propôs e foram aprovadas várias solicitações na Câmara, realizou discursos enfáticos cobrando as reformas nas escolas, participou de incontáveis reuniões em Sombrio, Araranguá e Florianópolis. Um ativista incansável desta causa. Na semana que marca a reabertura do Colégio Catulo, interditado há quatro anos, o vereador concedeu entrevista destacando algumas ações da luta por uma Educação pública, gratuita e de qualidade.

Ao ser eleito vereador em 2012, como você tomou conhecimento da situação das estruturas físicas das escolas estaduais em Sombrio?

Marcello: Tinha conhecimento por ser professor da rede estadual desde 2001, e por fazer frente nas atividades do Sindicato dos Trabalhadores em Educação. Havia problemas humilhantes e mesmo interdições de espaços nas escolas.

Qual a primeira grande batalha para melhoria das estruturas de nossas escolas estaduais?

Marcello: Logo nos primeiros meses como vereador realizei cobranças de melhorias para todas as escolas da rede estadual de ensino em Sombrio. Todavia, a primeira grande batalha foi pela reforma do ginásio de esportes da escola Irineu Bornhausen no bairro São Luiz. Este ginásio tinha tido um problema em poucas telhas. A direção escolar comunicou o governo do estado que não resolveu o problema. Passou a chover dentro do ginásio atingindo arquibancada e quadra. O ginásio já estava interditado a cerca de dois anos. Muito triste! Então, propus e foram aprovados documentos na Câmara de Vereadores cobrando o conserto. Eu e o presidente da APP da escola Joel Pereira íamos umas duas vezes por mês na Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) e batíamos em várias portas. Até que, meses depois, a ordem de serviço no valor de aproximadamente R$ 475 mil foi assinada pelo governo do estado. O ginásio já foi reformado e desinterditado. Ganhou nossas crianças e nossa população em geral.

Você cobrou repetidas vezes pelo conserto do telhado da Escola Jovem. Foi resolvido este problema?

Marcello: Foi resolvido principalmente por ação da própria comunidade escolar. A diretora Marivalda Pereira coordenou uma campanha de arrecadação de fundos e foi arrumado o telhado da Escola Jovem. O Governo do Estado nos afogava com explicações técnicas e não resolvia o problema. Chovia dentro das salas de aula e as poças eram enormes. Os alunos se espremiam num canto e o professor no outro. Humilhante. Até que a comunidade escolar resolveu o problema. Depois outras melhorias nas salas de aula foram feitas. E hoje temos salas sem goteiras e poças, bem iluminadas, com ares condicionados e quadros para giz e canetão.

Outras escolas estaduais tiveram problemas em seus telhados?

Marcello: Sim. O telhado da ala norte da escola Protásio Joaquim da Cunha no bairro São José ficou tão ruim que começou a desabar e esta parte da escola foi interditada. É terrível vermos que nossas escolas tenham convivido com interdições. Os vereadores em geral cobraram pelo conserto do telhado. Eu, o vereador Nego Gomes e o Ministério Público ficamos em cima da questão. Em 2017 foi anunciado um recurso de cerca de R$ 200 mil para conserto do telhado. Finamente, foi trocado o telhado da ala norte da escola Protásio Joaquim da Cunha. Além disso, em conversas com o engenheiro Jocilon Coelho da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) foram providenciados equipamentos para a área de prática de esportes da escola. Mais uma vez precisamos nos mobilizar e lutar pelas melhorias em nossas escolas.

Algumas vezes, na tribuna da Câmara de Vereadores, você chamou a questão da reforma da escola Catulo da Paixão Cearense de novela. Esta novela terá final feliz?

Marcello: Terá sim. Porém, os grandes guerreiros por esta reforma foram seus professores, pais e alunos. A obra teve de ser conquistada na luta! Foram realizadas várias reuniões de pais no Catulo; uma caravana de ônibus de professores, pais e alunos foi para a Assembleia Legislativa em Florianópolis; eu e o presidente da APP Paulo Eggler acumulamos muitas horas de viajem, indo às repartições do Poder Público estadual; muitas conversas produtivas e outras nem tanto. E é confortante ver a escola Catulo da Paixão Cearense ressurgir. Ela já tem mais de 100 anos de história; e que tenha outras centenas a mais.

Quais batalhas sobre as estruturas físicas das escolas estaduais você observa daqui para frente?

Marcello: Em primeiro lugar que o Governo do Estado tenha um programa adequado de manutenção das estruturas físicas das escolas, o que evitaria que se chegasse adanos que exigem muito dinheiro para consertá-los ou mesmo interdições. E, de forma mais pontual, prosseguirmos na busca pela cobertura da quadra da escola Protásio Joaquim da Cunha.


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