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Indícios vinculam deputada Ada de Luca a operação da Polícia Federal


Apesar de a Polícia Federal não ter oficializado na entrevista coletiva o nome do candidato, ou candidata, a Assembleia Legislativa alvo da Operação República Velha, deflagrada hoje pela manhã no Estado, todos os indícios levam ao nome da deputada estadual Ada De Luca (PMDB), licenciada para exercer o cargo de secretária da Justiça e Cidadania. Na nota da PF, emitida pela manhã, falava-se apenas num candidato a deputado que estaria exercendo outra função no governo, o que bate com a situação de Ada. Sua ausência na caravana no PMDB, hoje pela manhã, em Araranguá, é outro indício forte, assim como as buscas e apreensões nos gabinetes do vereador criciumense Toninho da Imbralit (PMDB) e do presidente da Cermoful (Cooperativa Fumacense de Energia) Ricardo Bittencourt, o Vitamina. Ambos trabalharam para a deputada na campanha de 2014. Ada está incomunicável durante todo o dia. De acordo com a Polícia Federal a investigação aponta que teriam sido utilizados R$ 560 mil em Caixa 2, ou seja, recursos não contabilizados durante a campanha.


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