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  • Jarbas Vieira

Censo Agropecuário e divisas municipais são debatidos em audiência pública


Técnicos do IBGE apresentaram ontem, dia 25, durante audiência pública na Câmara de Sombrio, detalhes sobre o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola 2017. O Censo terá a coleta de dados executada de outubro de 2017 a fevereiro de 2018, adotando-se como referência o período de 1º de outubro de 2016 a 30 de setembro de 2017, ao qual deverão estar relacionados os dados sobre a propriedade, produção, área, pessoal ocupado, etc. A data de referência adotada para a pesquisa é 30 de setembro de 2017, à qual estarão referidas as informações sobre estoques, efetivos da pecuária, da lavoura permanente e da silvicultura, entre outras totalizações. O último Censo Agropecuário ocorreu há dez anos e, dessa vez, a pesquisa será totalmente eletrônica, com uso de aplicativos de smartphone e dados de georreferenciamento. Sombrio tem um posto de coleta, instalado junto a Cidasc, que atenderá todo o Vale do Mampituba (Sombrio, Jacinto Machado, Balneário Gaivota, Santa Rosa do Sul, São João do Sul, Passo de Torres e Praia Grande). A equipe conta com 18 recenseadores e cinco supervisores.

Divisas municipais são debatidas

Abrindo a audiência, o presidente da Casa, Nego Gomes (PMDB), argumentou que o Município tem problemas em suas divisas com Ermo, Araranguá, Santa Rosa do Sul e Jacinto Machado. De acordo com ele, se os marcos estivessem corretos e as famílias fossem contabilizadas como sombrienses, o Município teria mais de 30 mil habitantes, o que lhe garantiria um aumento nos repasses de FPM e de outros convênios federais. O prefeito Zênio Cardoso (PMDB) também falou da questão, mas também, sem polemizar. Agradeceu ao prefeito de Ermo, Aldoir Cardorin, o Zica (PSD), presente na audiência, pelo atendimento que seu município presta as famílias dessa área, principalmente parte da comunidade de Vista Alegre, cujo território seria de Sombrio, e argumentou que o problema precisa ser solucionado. Por sua vez, Zica disse que essa questão precisa ser trabalhada em conjunto, mas que a comunidade vista alegre pertence integralmente a Ermo. “Ela já pertencia a Turvo, todas as matrículas de terrenos estão no cartório de Turvo. Na Lei de Emancipação, aprovada na Assembleia Legislativa, o território foi demarcado somente por coordenadas, sem verificação presencial, o que gerou o erro, passando o território para Sombrio. As pessoas de lá não se identificam com Sombrio”, argumenta. De acordo com ele, é preciso fazer com que a Câmara dos Deputados aprove um projeto, que se encontra engavetado, dando autonomia as Câmaras de Vereadores e Assembleia Legislativa para resolver questões como essa. “Se trabalharmos juntos e nos mobilizarmos, creio que em oito meses poderíamos resolver essa questão”, finalizou.


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