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A importância de Cezar Luchina na unidade da base


Se no mandato passado a cada eleição para presidência da Câmara era um “Deus nos acuda”, sendo registradas várias surpresas e reviravoltas, como as posses de José Possamai (PP) e Elizandro Guimarães, o Grosso (PSD), na atual legislatura houve um roteiro seguido do início ao fim, com todos os vereadores de situação assumindo a presidência. O acerto foi possível graças a fidelidade da base e o desprendimento do vereador Cezar Lucinha (PR) que abriu mão de seis meses de seu exercício para que todos pudessem ser contemplados. No acordo que trouxe o então PSD para a base aliada, arquitetado pelo prefeito Zênio Cardoso (PMDB), Cezar exerceria a presidência por dois anos. Acabou ficando um ano e meio, oportunizando que Edson Martins da Rosa, o Som (PMDB), Daniel Bitencourt Cardoso (PSB), Ademir Cardoso (PSD), Lucas Coelho (PMDB) e agora Nego Gomes (PMDB), pudessem ser presidente seis meses cada. Um acordo dessa amplitude foi um feito inédito protagonizado pela atual legislatura.


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